Sobre
Sou Iara Santos, arquiteta e urbanista, lighting designer.
Comecei em 2010, no curso técnico em edificações do CEFET. Em 2020, me formei em Arquitetura e Urbanismo.
Nesse caminho, fundei com minha irmã, também arquiteta, a SIS Arquitetura. Foram seis anos e mais de cento e cinquenta projetos de arquitetura e interiores.
Ao mesmo tempo, me especializei em iluminação dentro de uma fabricante brasileira de luminárias. Assinei os projetos luminotécnicos de franquias como Luiza Barcelos, Subway e Sergio’s, além de hospitais, escritórios, lojas e residências. Cada um pedia uma luz diferente. Foi assim que aprendi a olhar.
O LID reúne essas duas trajetórias. Aqui, o interior e a luz são projetados juntos, pela mesma pessoa, desde o primeiro traço.
Começo ouvindo. Depois, conduzo.
Um bom projeto não se explica em planta. Ele se percebe ao entrar: na pedra que recebe a luz da tarde, na sala que se recolhe à noite, na vontade de ficar mais um pouco.
Iara Santos · Arquiteta e Urbanista · CAU A245075-5 Belo Horizonte · Nova Lima · Conselheiro Lafaiete · Itabirito · Online em todo o Brasil
O que o LID faz
No LID, arquitetura, interiores e iluminação são projetados juntos, pela mesma pessoa. Cada um também pode ser contratado à parte. O projeto de iluminação atende ainda escritórios de arquitetura e construtoras, como parceria técnica.
Projetos de interiores
Todo projeto começa pela escuta.
Antes de pensar em forma ou material, quero entender quem vai viver ali: a rotina, os hábitos, o que precisa funcionar melhor e como você quer se sentir no espaço.
Depois, conduzo. Layout, marcenaria, materiais, mobiliário e luz são decididos ao mesmo tempo, e cada escolha tem um motivo. Uma pedra é escolhida também pelo jeito como recebe a luz.
Por fim, o detalhamento. Plantas, elevações, detalhes e caderno de especificações levam para a obra a mesma clareza com que o projeto foi pensado.
O que fica de um interior é o uso de todos os dias, e o que continua bonito quando a novidade passa.
Projetos de iluminação
A luz começa antes da luminária.
Primeiro, entendo o que o espaço precisa que a luz faça. Em uma casa, são as cenas da rotina: o jantar, a leitura, a sala que desacelera à noite. Em uma loja, o percurso e o produto. Em escritórios e hospitais, também as normas técnicas de cada uso.
Depois, calculo. Cada ambiente é simulado antes de qualquer especificação, e cada luminária é escolhida pelo desempenho que o ambiente pede.
Por fim, a documentação: planta luminotécnica, detalhes e caderno de especificações, com tudo o que é preciso para instalar cada peça no lugar certo.
A luz bem resolvida raramente chama atenção para si. Ela conduz o olhar: na loja, para o produto; em casa, para a atmosfera que você quer encontrar no fim do dia.
Projetos de arquitetura
O projeto começa no terreno.
Antes do primeiro traço, estudo a insolação e a declividade: por onde o sol entra em cada hora do dia, o que o terreno oferece de vista e de sombra, e o que a topografia pede de corte e aterro. Trabalhar a favor do terreno custa menos e resulta melhor.
Depois, a rotina de quem vai morar ali. Quantas pessoas, a que horas cada ambiente é usado, o que precisa estar perto do quê. A planta nasce desse uso, e não de um partido pronto. Junto com ela já entram os interiores e a luz.
Por fim, a documentação. Projeto legal, aprovação na prefeitura e projeto executivo. É um caminho que já percorri muitas vezes, e costuma ser o que mais atrasa o início de uma obra.
A beleza de uma casa se vê na primeira visita. Se ela funciona, você só descobre morando.